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CONECTTA MINDFULNESS E COMPAIXÃO

Internacional Partner Center for Mindful Self-Compassion

 
meditar

SOBRE NOSSA PRÁTICA

Somos as primeiras Professoras Brasileiras certificadas no Programa de Mindfulness e Autocompaixão- Mindful Self-Compassion(MSC). Erika Leonardo de Souza é psicóloga, formada pela USP há 20 anos e Paula Teixeira é médica, formada na Faculdade de Ciências Médicas de Santos há 10 anos. Ambas são praticantes de Mindfulness desde 2013. O fundamento de nossa prática combina o aspecto profissional com a nossa jornada interna de nos tornarmos totalmente humanas e, desse lugar, ajudar nossos pacientes e alunos. Ao integrar o corpo, a respiração, o movimento e a consciência plena, com compaixão, nos tornamos capazes de promover o entendimento da interdependência de todos esses aspectos na saúde e no bem-estar de cada um.

Saiba mais sobre nós
 
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UM POUCO DA HISTÓRIA DO CONECTTA

O plano de fundo

O Conectta nasceu em 2018 após um evento pessoal que nos fez desejar imprimir no campo do Mindfulness e Autocompaixão no nosso país valores éticos fortes, com compaixão e coragem. O nome Conectta surgiu da união das palavras Compaixão + a palavra Metta. Nosso logo brotou um dia na cabeça da Erika, enquanto ela lavava louça. 

No nosso ínicio eramos uma comunidade que evolui para uma parceria de duas mulheres que decidiram propagar a autocompaixão no Brasil. 

Assim nós organizamos e fomos professoras assistentes da primeira formação de professores de Mindful Self-Compassion, nos tornamos as primeiras certificadas do programa MSC, fomos professoras assistentes da primeira oferta do Primeiro Teacher Praticum em Português e também organizamos formações de Terapia Focada na Compaixão em conjunto com o Cultivar La Mente Compassiva. 

Hoje temos 39 professores de MSC formados no Brasil. Mais uma comunidade professores brasileiros formados em outros locais do mundo. O Conectta é também responsável pela comunidade de professores mundial falantes da lingua portuguesa, Mindful Self-Compassion Português, liderados pela Erika Leonardo de Souza. 

 

Eventos passados

  • Workshop Internacional "Autocompaixão: um antídoto para a vergonha"
    sáb., 12 de fev.
    http://conecttamindfulnesscompaixão.com
    12 de fev. 10:00 – 13 de fev. 13:15
    http://conecttamindfulnesscompaixão.com
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  • Programa de Mindfulness e Autocompaixão Mindful Self Compassion (MSC) - 9 semanas
    09 de set. de 2019 19:00 – 10 de set. de 2019 22:00
    Rua Borges Lagoa, R. Borges Lagoa, 564 - Vila Mariana, São Paulo - SP, Brasil
    Programa de Mindfulness e Autocompaixão criado por Kristin Neff e Christopher Germer
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  • Workshop AutoCompaixão
    sáb., 29 de jun.
    Rua Borges Lagoa
    29 de jun. de 2019 09:00 – 13:00
    Rua Borges Lagoa, R. Borges Lagoa - Vila Mariana, São Paulo - SP, Brasil
    Com @erikaleonardodesouza Venha compreender melhor o que é a autocompaixão e como essa importante habilidade pode nos ajudar a ter vidas mais significativas, com força, coragem, resiliência e amor no nosso dia-a dia. Faremos práticas e exercícios do Programa Mindful Self Compassion
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Yoga at Home

PRÁTICA E INSTRUÇÃO

Aprenda a ouvir seu corpo, sua mente e a si mesmo

 
A Tower of Stones
Buddha Statue
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MINDFULNESS DA SABEDORIA

Cultive seu local de repouso dentro de si

MEDITAÇÃO DA BONDADE AMOROSA (METTA)

Atenção Plena a bondade e ao sofrimento

MINDFULNESS DA RESPIRAÇÃO

Cultive essa habilidade inata que sempre esteve com você

"É por isto que eu penso que a palavra interser deveria estar no dicionário. “Ser” é interser. Você simplesmente não pode “ser” por você mesmo, sozinho. Você tem que interser com cada uma das outras coisas"

Thich Nhat Hanh

 

INSPIRE-SE

Aqui estão algumas dicas úteis em nosso BLOG para você aprender mais sobre Mindfulness, Autocompaixão e saúde.

COMO PASSAR PELA DOR DA PERDA

Couple Meditating on the Beach

FIERCE SELF-COMPASSION (AUTOCOMPAIXÃO FEROZ)

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28 de maio de 2019

Desde a publicação do inovador livro Self-Compassion, de Kristin Neff  , tem havido uma onda de interesse pela ciência e prática da autocompaixão, particularmente em contextos clínicos. Mas isso geralmente se concentra na versão gentil da autocompaixão, que envolve “estar com” nós mesmos de uma maneira compassiva. Nos confortamos e nos acalmamos quando estamos com dor, assim como podemos fazer com um amigo que está lutando. Nós nos damos nossa própria atenção e cuidado em vez de nos autodisciplinar. E validamos nossa dor, reconhecendo que nosso sofrimento é digno de atenção. 

Mas a auto-compaixão pode ser feroz e terna.

A feroz auto-compaixão envolve agir no mundo para proteger, prover e motivar a nós mesmos para aliviar nosso sofrimento. Significa dizer "não" a outras pessoas que estão nos ferindo - traçando nossos limites com firmeza. Ou dizer "não" aos nossos próprios comportamentos prejudiciais, para que possamos ser seguros e saudáveis. objetivos ou fazer...leia mais.

12 de novembro de 2018

A dor da perda é uma energia que não pode ser controlada ou prevista. Ela vem e vai ao seu próprio ritmo. A dor não obedece a seus planos ou seus desejos. A dor da perda vai fazer contigo o que ela deseja, quando desejar. Nesse sentido, a dor da perda tem muito em comum com o amor.
Nesse final de semana, estive na XIV Jornada da Morte e o Morrer, em Elche. Além de compartilhar algumas ideias sobre a compaixão nesse contexto, tive o privilégio de escutar e aprender com colegas muito sábios, como Enric Benito, Mar Cortina, Sara Pons e Vicente Arráez, que falaram sobre a morte, sobre como acompanhar pessoas no processo de morrer, sobre o temor da perda e, sobretudo, pude escutar muitas nuances de um tema implícito e onipresente, o amor. Ao voltar a Madri, fui assistir “Bohemian Rhapsody” (obrigada Cuca pelo convite), sem muitas expectativas na verdade, no entanto sai da sala bastante emocionado e conectado com a beleza e intensidade desta preciosa (e frágil) vida humana de espaço e oportunidade. Também sai com um grande espanto pela nossa capacidade de amar, uma capacidade proporcional a nossa capacidade de sentir a dor da perda. A dor da perda parece ser o preço que nós humanos pagamos pelo privilégio de amar.

 

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